Tendências do mercado imobiliário para 2022

Tendências do mercado imobiliário para 2022

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Tendências do mercado imobiliário em 2022, você não pode perder!

A transição de rotina em 2020 foi um ótimo indicativo para o mercado imobiliário. Desde que a necessidade do isolamento social para conter a propagação do coronavírus fez com que as pessoas passassem mais tempo em casa, morar perto do trabalho deixou de ser uma preocupação. As pessoas começaram a optar por imóveis maiores, com espaço para home office. 

O departamento imobiliário foi um dos poucos setores que mantêm boas perspectivas de melhoria e tendências para 2022. Aumentando cada vez mais a compra e venda de imóveis. Neste artigo vamos mostrar as tendências do mercado imobiliário para 2022. Confira! 

Como foi o mercado imobiliário em 2021 e quais serão as tendências para 2022

Após enfrentar um período de crise entre 2015 e 2017, o setor imobiliário mostrou sinais de recuperação ao longo de 2019. Trazendo assim, boas expectativas para 2020. Entretanto, com a chegada do novo coronavírus no Brasil, isso exigiu grandes mudanças de planos, paralisando negócios e muitos setores da economia. 

O setor imobiliário no Brasil, se mostrou resiliente e conseguiu dar a volta por cima, se tornando estável. Entre os pontos de destaque, o avanço de tecnologia nesse ramo e a permissão para a continuidade de obras canteras, contribuíram para a estabilidade.  

Além disso, temos os estímulos econômicos, como  a taxa de Selic, que permaneceu baixa durante 2021. Além disso, deve continuar em 2022 aumentando o índice de intenção de compra nos segmentos popular, médio, padrão e alto luxo. A alta disponibilidade de crédito foi um dos estímulos para que os consumidores buscassem um imóvel. Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), 2020 teve um crescimento de 57,5% nos valores financiados comparado ao ano anterior.

Sendo assim, os juros baixos facilitam lançamentos de novos empreendimentos ao mesmo tempo em que atraíram compradores e investidores, que viram na aquisição de imóveis ou de fundos imobiliários uma opção com melhor rendimento e segurança do que outras modalidades de aplicação financeira.

Início das mudanças no mercado mobiliário 

As imobiliárias e construtoras que não tinham um atendimento digital de forma completa, tiveram então que parar de fato seus trabalhos, por não conseguirem atender seus clientes. Desse modo, surgiu a primeira mudança no rumo imobiliário. Se tornou necessário digitalizar e automatizar os processos para conseguir superar a barreira que foi o distanciamento social.

Então, com a demanda por novos estilos de imóveis e as baixas taxas de juros, as imobiliárias precisavam fazer sua parte para conseguir realizar suas vendas. Com isso, iniciou-se o processo importantíssimo de digitalização, que com certeza será mantido mesmo com o fim da pandemia.

Busca por imóveis maiores 

Antes da pandemia, as buscas por imóveis eram baseadas em centros, com espaços reduzidos e apartamentos tipo studio. Tudo isso ficou no passado. 

A transição para o home office, fez com que aumentasse a necessidade de um cômodo reservado, para trabalhar com conforto, influenciando a preferência de imóveis maiores. 

Sendo assim, passar mais tempo em casa influenciou o aumento de buscas por casas e apartamentos com uma infraestrutura de lazer maior. Como espaços com varandas. 

Para se ter uma ideia, no Brasil houve um aumento de 30% nas buscas por imóveis de dois, três e quatro quartos, enquanto os de um quarto tiveram uma queda. Justamente por impedir a possibilidade de ter uma estrutura específica para trabalhar. 

Procura maior por imóveis com área de lazer 

Além disso, haverá um aumento da procura de imóveis com espaço de lazer, impactado por esse tempo de distanciamento social. Entre as preferências de busca dos compradores, as áreas privativas, espaços abertos e jardins se destacam por proporcionarem áreas livres para quem fica por muito tempo em sua casa. 

Dando destaque ao home office, já existem empreendimentos que oferecem essa estrutura em suas próprias áreas de descanso, que são chamadas de coworking. Proporcionando uma comodidade maior para quem trabalha remotamente, tornando mais uma opção de espaço para profissionais liberais. 

Tecnologia como aliada 

Antes, era necessário que a pessoa precisasse se deslocar até a imobiliária para começar o relacionamento com o negócio. Em seguida apresentava suas necessidades, enquanto o corretor mostrava as alternativas de imóveis que havia em sua cartela. 

Com a pandemia, ficamos sem a possibilidade de encontros presenciais, que acabou desburocratizando muitos processos, tornando algumas tarefas como venda e locação de imóveis muito mais práticos. Agora é possível alugar ou comprar um imóvel através do seu aparelho eletrônico. 

Com isso, achar novos compradores e efetuar a venda do seu imóvel fica ainda mais fácil, afinal é possível fazer a visitação ao imóvel de forma on-line. Se tornando uma necessidade para se adaptar ao novo padrão de vendas.

Compras em conjunto 

Voltando sobre a tendência do coworking, onde condomínios passaram a fazer espaços para home office, essa tendência não se resume apenas para condomínios. Empresas começaram a procurar imóveis para alugar ou comprar em conjunto, assim dividindo os custos e proporcionando melhores condições de trabalho para seus colaboradores. 

Preocupação com a sustentabilidade 

A busca por sustentabilidade em construções civis, vem se tornando cada vez mais urgente. Dessa maneira, é uma forma para se destacar nos investimentos de empreendimentos com sistemas de reaproveitamento de água da chuva, aquecimento solar, e reservas de energia com placas fotovoltaicas. Além de estar ajudando o meio ambiente, essas buscas geralmente têm um impacto financeiramente no bolso dos compradores, por ter um consumo de energia reduzido.

Além disso, os imóveis que investem na automação têm ganhado ainda mais destaque. Afinal, acaba sendo uma possibilidade que traz redução de consumo, oferecendo aos moradores mais segurança, mais praticidade e conforto no dia a dia, e a possibilidade de ações inteligentes para facilitar a rotina (abrir e fechar cortinas, acender luz, ligar aparelhos etc.).

Busca por facilidade na limpeza 

Com a resistência da pandemia, a casa se tornou um espaço único para todas as atividades, por isso, pessoas estão buscando locais que seja fácil de manter a limpeza, uma vez que as atividades de lazer,

Moradia e trabalho participam de um único ambiente.

Tendências do mercado imobiliário em 2022

Podemos concluir, que a digitalização do mercado imobiliário é um caminho sem volta. A utilização dos recursos digitais promoveu ganhos para todas as pontas do setor, seja por meio da geração de leads mais qualificados (contatos de clientes de fato interessados em fazer uma negociação) ou da aceleração das etapas finais do processo de compra e venda, com pagamentos e assinaturas de contratos virtuais.

Do ponto de vista do comportamento do consumidor, ainda é um pouco cedo para saber se as tendências que surgiram durante a pandemia — de imóveis maiores ou com cômodos mais bem divididos, por exemplo — serão mantidas no mundo pós-pandêmico.

A forma como as empresas irão se adaptar ao mundo pós-pandemia também terá influência no futuro do segmento imobiliário. Isto é, desde o modelo 100% on-line, passando pelas diversas alterações do modelo híbrido, para totalmente presencial. É necessário acompanhar os modelos que estão sendo utilizados pelo mundo onde a vida, está aos poucos voltando ao normal. Mas ainda é cedo para ter uma perspectiva para o Brasil.

Estabilidade da disponibilidade de crédito imobiliário

A estabilidade da disponibilidade de crédito imobiliário e manutenção da taxa de juros em níveis atrativos também são elementos importantes a serem observados. Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontam para um aumento de 27,1% das vendas de imóveis no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os estoques, por outro lado, caíram 14,8%, atingindo o patamar mais baixo já registrado desde janeiro de 2016.

No mesmo período, a pesquisa Raio-X do FipeZAP revelou que 46% dos respondentes têm o desejo de adquirir imóveis nos próximos três meses. Esse resultado está muito próximo do recorde já registrado (48%) e está acima da média histórica da pesquisa (37%). Por isso, por enquanto, podemos imaginar um cenário favorável, e 2021 e 2022 devem ser anos ótimos para a continuação do desenvolvimento do mercado imobiliário.

O ano de 2022 será desafiador para esse setor, no momento em que se espera que o desempenho do setor seja ainda melhor do que os anos anteriores. A segurança do consumidor em questão da vacinação aumentando e o atendimento presencial ganhando mais espaço, nível de estoque das construtoras desde 2020, taxa de juros baixas, trabalho híbrido, influenciam um cenário único e com alto potencial de crescimento.

Depois de ler nossa análise sobre as tendências do mercado imobiliário em 2022, bem com seus impactos no momento pandêmico, chegou o momento de apostar ou não nessa vertente do mercado imobiliário. Está pronto? 

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